O amor é o tormento do acalento
É a paz de ter e o temor de se perder
E é por isso que eu escrevo poesia
Não me basta o dia-a-dia
Para viver eu preciso acreditar
Que somos da mesma melodia
Olhos e boca de uma mesma fantasia
Não, eu não me basto em ter
Para viver eu preciso acreditar em ser
O pedaço que completa
O alimento que sacia
O amor é o tormento
Medo de se achar
Do acalento
E se perder
É a paz de ter e o temor de se esquecer
E é por isso que eu escrevo poesia.
(Raquel Mello).
No mar... entre... mais perto do céu...
- Raquel Mello
- BH, Minas Gerais, Brazil
- A ‘‘butterfly moon’’, os dois tchicos que um dia eu conheci e que mesmo sem nenhuma palavra trocada mudaram minha vida, sabendo que provavelmente não voltarei a vê-los. O céu aberto, as ‘‘asas fauves e blesseds e os sonhos inefáveis’’. A música, a arte, o tesão, a esperança e tudo aquilo do qual não abro mão. Pessoas são passageiras, momentos são passageiros; sua memória não. Então talvez eu também seja um poço de lembranças, momentos, sonhos, vontades e filosofias.
quarta-feira, 31 de outubro de 2007
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