Foi pela perda de um amor
Que só Deus sabe o porquê a vida a tirou
Que a bela pura e crua
Sofreu a dor, desatinou
Caiu no mundo e em suas garras
Sujou o tronco limpo
Do mundo amargo se mascarou
E a cada homem que lhe tinha
Ela explodia tanta dor
E vendia o veneno de sua tristeza
Então chorava e gritava
Jurava ser satisfação
Do prazer da dor causada
E já sorrindo sua amargura
Se acordava
Bobagem, deixa pra lá
Se confessava poetisa.
(Kel Mello).
No mar... entre... mais perto do céu...
- Raquel Mello
- BH, Minas Gerais, Brazil
- A ‘‘butterfly moon’’, os dois tchicos que um dia eu conheci e que mesmo sem nenhuma palavra trocada mudaram minha vida, sabendo que provavelmente não voltarei a vê-los. O céu aberto, as ‘‘asas fauves e blesseds e os sonhos inefáveis’’. A música, a arte, o tesão, a esperança e tudo aquilo do qual não abro mão. Pessoas são passageiras, momentos são passageiros; sua memória não. Então talvez eu também seja um poço de lembranças, momentos, sonhos, vontades e filosofias.
segunda-feira, 15 de outubro de 2007
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Um comentário:
chocante este, hein!
intenso!
melancólico prá quem está melancólico e ousado prá quem busca sempre algo mais.
Gostei
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